Meu primeiro perfume importado foi o Laguna, de Salvador Dalí. Foi minha assinatura por anos, mas era o único que eu tinha, afinal, perfumes importados não são muito ace$$íveis, né? Anos depois, tive o Gucci Guilty Intense e, mais tarde, o 212 Vip Rosé. Mas eu tinha dó de gastar o perfume e economizava, tipo aqueles adesivos de caderno que nunca usamos. E, como eu guardava o frasco no banheiro (alerta de erro!), o perfume oxidava e eu acabava perdendo ele. Durante a pandemia, acho que a maioria de nós precisou focar em alguma coisa para não surtar. Eu mergulhei de cabeça na perfumaria. Quanto mais aprendia, mais perfumes eu queria conhecer e ter. Comprei várias fragrâncias que não combinaram nada comigo. Com cada decepção, via meu dinheiro descendo pelo ralo. E minha salvação foram os decants! Descobri que podia testar vários daqueles perfumes dos sonhos na minha pele antes de investir em um frasco cheio. Com isso, minhas compras ficaram muito mais certeiras! Além de saber como os perfumes se comportam na minha pele, pude explorar meu gosto olfativo; descobrir notas que adoro (e as que prefiro evitar) e entender melhor a proposta de cada fragrância. Ah, e claro, amei poder ter vários perfumes diferentes sem ir à falência! Muitas vezes, deixei de comprar frascos grandes só para poder aumentar minha coleção de decants e ter um montão de opções ao meu alcance. Quando decidi transformar minha paixão pela perfumaria em profissão, quis oferecer essas experiências para outras pessoas, com preços justos e com informações e dicas legais que posto no nosso perfil no Instagram.